Governo do Distrito Federal
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9/05/18 às 17h14 - Atualizado em 29/10/18 às 17h17

Projeto para a reforma do viaduto no Eixão visa maior segurança

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Aspectos econômicos e ambientais também explicam o fato de o governo ter feito mudanças em relação ao desenho arquitetônico original. Justificativas foram reforçadas em entrevista coletiva nesta quarta (9)

 

As alterações propostas para a reforma do viaduto do Eixo Rodoviário Sul —que desabou em 6 de fevereiro — levam em conta questões de segurança, economia e meio ambiente. As razões que fizeram o governo de Brasília sugerir alterações no desenho original dos pilares foram detalhadas nesta quarta-feira (9) pelo chefe da Casa Civil, Sérgio Sampaio, em entrevista coletiva no Palácio do Buriti.

 

O projeto apresentado pelos engenheiros do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) sugere que as colunas que sustentam as pistas de rolamento sejam mais largas que as anteriores.

“Acreditamos que podemos, sim, preservar o nosso projeto. E vamos manter o diálogo para saber quais são as concessões necessárias para garantir uma arquitetura mais próxima da original. Mas, ao mesmo tempo, não abrir mão da segurança”, ponderou Sampaio.

 

De acordo com o titular da Casa Civil, a equipe técnica responsável pelo projeto “não se sente confortável em refazer o viaduto tal qual o desenho original”. Ele ressaltou que, desde que o Eixão foi construído, no fim da década de 1950, as normas técnicas de segurança passaram por atualizações.

 

recomendação atual determina estruturas mais resistentes para suportar o trânsito intenso. “Veículos mais pesados, como os do BRT, não trafegavam por ali há até pouco tempo. Nossos engenheiros não se sentem seguros com essa solução que foi dada, há 50 anos”, explicou o secretário da Casa Civil.

 

Aguarde mais informações.

EDIÇÃO: MARINA MERCANTE